Por Silvio Pilau
Todo mundo deve conhecer alguém que tentou seguir a carreira de jogador de futebol ou, ao menos, pensou nisso. Eu fui um, até descobrir que não tinha talento para a coisa. Aposto que muitos que lêem esta coluna, certa feita, também tiveram essa ilusão. Disputar uma decisão, com o estádio lotado, defendendo o clube ao qual se ama. Dar o sangue pela vitória, simplesmente para ter a consciência tranqüila de ter feito o máximo para levar ao time à glória e ouvir a torcida gritar o seu nome. Quem nunca teve esse sonho?
No entanto, para a imensa maioria, não passa disso: um sonho. Uma quimera. Algo inalcançável, sem a menor possibilidade de se tornar realidade. Mas tem gente que chega lá. Uma parcela ínfima de jogadores que superam as dificuldades da profissão e conseguem defender grandes equipes, receber dezenas – ou até centenas – de milhares de reais todos os meses e ter a possibilidade de se tornar ídolos de milhões de pessoas. Alguns, ainda, têm a oportunidade de conquistar importantes títulos e, assim, se tornarem eternos.
E este texto é pra vocês, atletas gremistas. Vocês estão nessa posição. Nesse exato momento, estão nessa posição. A apenas quatro jogos da glória. Não conheço a jornada pessoal de cada um de vocês. Porém, tenho certeza de que, para a grande maioria, não foi fácil. Tenho certeza de que sacrifícios tiveram que ser feitos. Que desafios foram assumidos e superados. Em algum momento, há muitos e muitos anos, vocês tiveram o mesmo sonho que nós, torcedores, um dia tivemos: o de ter nossos nomes gravados para sempre na memória de um clube.
Este é o seu momento. Alguns já conseguiram isso em outras bandas. Alguns certamente irão conseguir no futuro. Mas nunca, jamais, será tão próximo quanto agora. O Campeonato Brasileiro é um dos mais difíceis do mundo. Longo, desgastante, extremamente equilibrado. Ainda assim, vocês chegaram até aqui. Ainda assim, o título está praticamente na mão de vocês. São apenas quatro jogos. Quatro partidas que separam vocês da eternidade. Trezentos e sessenta minutos que podem colocar vocês ao lado de verdadeiros heróis.
Incontáveis jogadores já vestiram a camisa tricolor. Milhares e milhares. Alguém consegue nomear todos? Não, claro que não. Apenas são lembrados aqueles que fizeram a diferença. Aqueles que entenderam a essência guerreira do futebol gremista e demonstraram espírito vencedor. Aqueles que jamais aceitaram a derrota e doaram sangue, quando preciso, pela vitória. Aqueles que demonstraram orgulho em representar a mais fanática torcida do Brasil. Aqueles que conquistaram a glória em nome de cada torcedor.
Estes são lembrados. Serão lembrados. Não somente hoje, mas sempre. Aconteça o que acontecer, seus nomes são intocáveis. Não estão perdidos em algum lugar da memória, mas marcados de forma indelével no coração de cada um gremista. Vocês podem fazer parte desse seleto rol. Não percam essa chance. Não sabem quando terão outra. Façam isso por vocês mesmos. Façam pelas famílias. Façam para honrar os sacrifícios que vocês fizeram e que outros fizeram por vocês para que chegassem até aqui.
Façam isso, principalmente, pelo Grêmio
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
SEMPRE ELE
Por Cristiano Zanella
"Disseram que era impossível, mas não avisaram o Grêmio, e por isso o Grêmio foi lá e fez". A frase, do gremista maior Fábio André Koff (sempre ele), se aplica perfeitamente à partida disputada contra o Palmeiras no domingo. Mesmo desfalcado de um bom número de titulares, jogando na casa de um adversário ainda vivo no campeonato e com o careca no apito (sempre ele em jogos decisivos..., sempre ele!) o Tricolor foi lá e fez o que tinha a fazer: somou os três pontos, e segue na peleia pelo título do Brasileirão.
Com cinco minutos de jogo ainda não tínhamos levado gol, o que já era motivo de comemoração, afinal de contas, era para ser uma goleada histórica, um massacre!?!? Antes de fechar dez minutos de bola rolando trocamos de canal (não dava mais pra agüentar): Rede Globo + Caio Rolex comentando = jogo na Band! Com quinze minutos já tínhamos aleijado uns três palmeirenses, inclusive e a começar pelo nosso querido Elder Granja, que teve que enfaixar a cabeça depois de um cotovelaço (involuntário, diga-se de passagem) desferido por Amaral. Aos poucos, o Grêmio ia se arrumando em campo: utilizava bem a linha de impedimento, jogava com dois atacantes, seguia marcando a saída de bola e, quando preciso, baixava o cassete!
Aos 25, Marcel (sempre ele) errou um gol feito e, logo em seguida, Souza soltou um balaço no canto esquerdo de Marcos, que fez grande defesa (ainda no primeiro tempo defenderia outra bola venenosa chutada por Reinaldo). Mas o "Parmêra" continuava em cima, mano! - dando pressão, enquanto a Máquina Mortífera da Azenha encaixava contra-ataques (em tempo: como é bom não ter Perea em campo; ele não está jogando nada desde o confronto contra o Jaciara, em fevereiro, pela Copa do Brasil).
Começa o segundo tempo, e já dava pra notar o nervosismo verde limão: com dez minutos de jogo, a Wandeca (sempre ele, sempre elegante, camisa e gravata cor-de-rosa) já tinha protagonizado o seu décimo oitavo chilique, dirigindo-se a seus jogadores e à arbitragem aos palavrões, tornando público e notório o (baixo) nível da sua educação (ah! que falta faz o Felipão, pra aplicar-lhe umas bolachas). Mas dentro de campo o jogo estava mais calmo e relativamente sob controle; a marcação tricolor era implacável, e Victor, soberano em suas intervenções (sempre ele, sempre soberano - pelo menos uns 12 pontos conquistados no decorrer do campeonato devem ser creditados a este profissional). Aos 28 sai o gol de Tcheco que, vamos ser sinceros, foi sem querer (ele – sempre ele – tentou botar na área e a bola acabou entrando devagar, devagarinho, no cantinho...). Sorte de campeão? Talvez, mas o certo é que o gol saiu na hora certa – na seqüência, André Luis quase fez mais um.
Aí o nervosismo transformou-se em desespero, com o goleiro palmeirense indo conferir todas as bolas de ataque. Era tarde! O Grêmio vencia os porcos num jogo de seis pontos, (mais uma vez) calando a paulicéia desvairada e os derrotistas de plantão (sempre eles) que já tinham jogado a tolha. Mantendo a pegada e o alto astral, a convicção é de que passamos batido pelo Coritiba e vamos brigar até a última rodada, com o foco no tri; a vaga na Libertadores 2009 já está garantida! E isto representa novos contratos e novas contratações, novas possibilidades e expectativas para 2009! As chances são reais; definitivamente, estamos na briga!
É como dizia o poeta: "minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá..."! Pois o Grêmio (sempre ele) foi ao Palestra e cantou muito mais forte, mais alto e mais afinado que o periquito verde! Sirvam nossas façanhas de modelo a toda Terra! Canta povo gremista! A hora é essa!
Por isso é que eu canto! Não posso parar! E, no domingo, todos ao Monumental!!!
Saudações tricolores.
"Disseram que era impossível, mas não avisaram o Grêmio, e por isso o Grêmio foi lá e fez". A frase, do gremista maior Fábio André Koff (sempre ele), se aplica perfeitamente à partida disputada contra o Palmeiras no domingo. Mesmo desfalcado de um bom número de titulares, jogando na casa de um adversário ainda vivo no campeonato e com o careca no apito (sempre ele em jogos decisivos..., sempre ele!) o Tricolor foi lá e fez o que tinha a fazer: somou os três pontos, e segue na peleia pelo título do Brasileirão.
Com cinco minutos de jogo ainda não tínhamos levado gol, o que já era motivo de comemoração, afinal de contas, era para ser uma goleada histórica, um massacre!?!? Antes de fechar dez minutos de bola rolando trocamos de canal (não dava mais pra agüentar): Rede Globo + Caio Rolex comentando = jogo na Band! Com quinze minutos já tínhamos aleijado uns três palmeirenses, inclusive e a começar pelo nosso querido Elder Granja, que teve que enfaixar a cabeça depois de um cotovelaço (involuntário, diga-se de passagem) desferido por Amaral. Aos poucos, o Grêmio ia se arrumando em campo: utilizava bem a linha de impedimento, jogava com dois atacantes, seguia marcando a saída de bola e, quando preciso, baixava o cassete!
Aos 25, Marcel (sempre ele) errou um gol feito e, logo em seguida, Souza soltou um balaço no canto esquerdo de Marcos, que fez grande defesa (ainda no primeiro tempo defenderia outra bola venenosa chutada por Reinaldo). Mas o "Parmêra" continuava em cima, mano! - dando pressão, enquanto a Máquina Mortífera da Azenha encaixava contra-ataques (em tempo: como é bom não ter Perea em campo; ele não está jogando nada desde o confronto contra o Jaciara, em fevereiro, pela Copa do Brasil).
Começa o segundo tempo, e já dava pra notar o nervosismo verde limão: com dez minutos de jogo, a Wandeca (sempre ele, sempre elegante, camisa e gravata cor-de-rosa) já tinha protagonizado o seu décimo oitavo chilique, dirigindo-se a seus jogadores e à arbitragem aos palavrões, tornando público e notório o (baixo) nível da sua educação (ah! que falta faz o Felipão, pra aplicar-lhe umas bolachas). Mas dentro de campo o jogo estava mais calmo e relativamente sob controle; a marcação tricolor era implacável, e Victor, soberano em suas intervenções (sempre ele, sempre soberano - pelo menos uns 12 pontos conquistados no decorrer do campeonato devem ser creditados a este profissional). Aos 28 sai o gol de Tcheco que, vamos ser sinceros, foi sem querer (ele – sempre ele – tentou botar na área e a bola acabou entrando devagar, devagarinho, no cantinho...). Sorte de campeão? Talvez, mas o certo é que o gol saiu na hora certa – na seqüência, André Luis quase fez mais um.
Aí o nervosismo transformou-se em desespero, com o goleiro palmeirense indo conferir todas as bolas de ataque. Era tarde! O Grêmio vencia os porcos num jogo de seis pontos, (mais uma vez) calando a paulicéia desvairada e os derrotistas de plantão (sempre eles) que já tinham jogado a tolha. Mantendo a pegada e o alto astral, a convicção é de que passamos batido pelo Coritiba e vamos brigar até a última rodada, com o foco no tri; a vaga na Libertadores 2009 já está garantida! E isto representa novos contratos e novas contratações, novas possibilidades e expectativas para 2009! As chances são reais; definitivamente, estamos na briga!
É como dizia o poeta: "minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá..."! Pois o Grêmio (sempre ele) foi ao Palestra e cantou muito mais forte, mais alto e mais afinado que o periquito verde! Sirvam nossas façanhas de modelo a toda Terra! Canta povo gremista! A hora é essa!
Por isso é que eu canto! Não posso parar! E, no domingo, todos ao Monumental!!!
Saudações tricolores.
SEMPRE ELE
Por Cristiano Zanella
"Disseram que era impossível, mas não avisaram o Grêmio, e por isso o Grêmio foi lá e fez". A frase, do gremista maior Fábio André Koff (sempre ele), se aplica perfeitamente à partida disputada contra o Palmeiras no domingo. Mesmo desfalcado de um bom número de titulares, jogando na casa de um adversário ainda vivo no campeonato e com o careca no apito (sempre ele em jogos decisivos..., sempre ele!) o Tricolor foi lá e fez o que tinha a fazer: somou os três pontos, e segue na peleia pelo título do Brasileirão.
Com cinco minutos de jogo ainda não tínhamos levado gol, o que já era motivo de comemoração, afinal de contas, era para ser uma goleada histórica, um massacre!?!? Antes de fechar dez minutos de bola rolando trocamos de canal (não dava mais pra agüentar): Rede Globo + Caio Rolex comentando = jogo na Band! Com quinze minutos já tínhamos aleijado uns três palmeirenses, inclusive e a começar pelo nosso querido Elder Granja, que teve que enfaixar a cabeça depois de um cotovelaço (involuntário, diga-se de passagem) desferido por Amaral. Aos poucos, o Grêmio ia se arrumando em campo: utilizava bem a linha de impedimento, jogava com dois atacantes, seguia marcando a saída de bola e, quando preciso, baixava o cassete!
Aos 25, Marcel (sempre ele) errou um gol feito e, logo em seguida, Souza soltou um balaço no canto esquerdo de Marcos, que fez grande defesa (ainda no primeiro tempo defenderia outra bola venenosa chutada por Reinaldo). Mas o "Parmêra" continuava em cima, mano! - dando pressão, enquanto a Máquina Mortífera da Azenha encaixava contra-ataques (em tempo: como é bom não ter Perea em campo; ele não está jogando nada desde o confronto contra o Jaciara, em fevereiro, pela Copa do Brasil).
Começa o segundo tempo, e já dava pra notar o nervosismo verde limão: com dez minutos de jogo, a Wandeca (sempre ele, sempre elegante, camisa e gravata cor-de-rosa) já tinha protagonizado o seu décimo oitavo chilique, dirigindo-se a seus jogadores e à arbitragem aos palavrões, tornando público e notório o (baixo) nível da sua educação (ah! que falta faz o Felipão, pra aplicar-lhe umas bolachas). Mas dentro de campo o jogo estava mais calmo e relativamente sob controle; a marcação tricolor era implacável, e Victor, soberano em suas intervenções (sempre ele, sempre soberano - pelo menos uns 12 pontos conquistados no decorrer do campeonato devem ser creditados a este profissional). Aos 28 sai o gol de Tcheco que, vamos ser sinceros, foi sem querer (ele – sempre ele – tentou botar na área e a bola acabou entrando devagar, devagarinho, no cantinho...). Sorte de campeão? Talvez, mas o certo é que o gol saiu na hora certa – na seqüência, André Luis quase fez mais um.
Aí o nervosismo transformou-se em desespero, com o goleiro palmeirense indo conferir todas as bolas de ataque. Era tarde! O Grêmio vencia os porcos num jogo de seis pontos, (mais uma vez) calando a paulicéia desvairada e os derrotistas de plantão (sempre eles) que já tinham jogado a tolha. Mantendo a pegada e o alto astral, a convicção é de que passamos batido pelo Coritiba e vamos brigar até a última rodada, com o foco no tri; a vaga na Libertadores 2009 já está garantida! E isto representa novos contratos e novas contratações, novas possibilidades e expectativas para 2009! As chances são reais; definitivamente, estamos na briga!
É como dizia o poeta: "minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá..."! Pois o Grêmio (sempre ele) foi ao Palestra e cantou muito mais forte, mais alto e mais afinado que o periquito verde! Sirvam nossas façanhas de modelo a toda Terra! Canta povo gremista! A hora é essa!
Por isso é que eu canto! Não posso parar! E, no domingo, todos ao Monumental!!!
Saudações tricolores.
"Disseram que era impossível, mas não avisaram o Grêmio, e por isso o Grêmio foi lá e fez". A frase, do gremista maior Fábio André Koff (sempre ele), se aplica perfeitamente à partida disputada contra o Palmeiras no domingo. Mesmo desfalcado de um bom número de titulares, jogando na casa de um adversário ainda vivo no campeonato e com o careca no apito (sempre ele em jogos decisivos..., sempre ele!) o Tricolor foi lá e fez o que tinha a fazer: somou os três pontos, e segue na peleia pelo título do Brasileirão.
Com cinco minutos de jogo ainda não tínhamos levado gol, o que já era motivo de comemoração, afinal de contas, era para ser uma goleada histórica, um massacre!?!? Antes de fechar dez minutos de bola rolando trocamos de canal (não dava mais pra agüentar): Rede Globo + Caio Rolex comentando = jogo na Band! Com quinze minutos já tínhamos aleijado uns três palmeirenses, inclusive e a começar pelo nosso querido Elder Granja, que teve que enfaixar a cabeça depois de um cotovelaço (involuntário, diga-se de passagem) desferido por Amaral. Aos poucos, o Grêmio ia se arrumando em campo: utilizava bem a linha de impedimento, jogava com dois atacantes, seguia marcando a saída de bola e, quando preciso, baixava o cassete!
Aos 25, Marcel (sempre ele) errou um gol feito e, logo em seguida, Souza soltou um balaço no canto esquerdo de Marcos, que fez grande defesa (ainda no primeiro tempo defenderia outra bola venenosa chutada por Reinaldo). Mas o "Parmêra" continuava em cima, mano! - dando pressão, enquanto a Máquina Mortífera da Azenha encaixava contra-ataques (em tempo: como é bom não ter Perea em campo; ele não está jogando nada desde o confronto contra o Jaciara, em fevereiro, pela Copa do Brasil).
Começa o segundo tempo, e já dava pra notar o nervosismo verde limão: com dez minutos de jogo, a Wandeca (sempre ele, sempre elegante, camisa e gravata cor-de-rosa) já tinha protagonizado o seu décimo oitavo chilique, dirigindo-se a seus jogadores e à arbitragem aos palavrões, tornando público e notório o (baixo) nível da sua educação (ah! que falta faz o Felipão, pra aplicar-lhe umas bolachas). Mas dentro de campo o jogo estava mais calmo e relativamente sob controle; a marcação tricolor era implacável, e Victor, soberano em suas intervenções (sempre ele, sempre soberano - pelo menos uns 12 pontos conquistados no decorrer do campeonato devem ser creditados a este profissional). Aos 28 sai o gol de Tcheco que, vamos ser sinceros, foi sem querer (ele – sempre ele – tentou botar na área e a bola acabou entrando devagar, devagarinho, no cantinho...). Sorte de campeão? Talvez, mas o certo é que o gol saiu na hora certa – na seqüência, André Luis quase fez mais um.
Aí o nervosismo transformou-se em desespero, com o goleiro palmeirense indo conferir todas as bolas de ataque. Era tarde! O Grêmio vencia os porcos num jogo de seis pontos, (mais uma vez) calando a paulicéia desvairada e os derrotistas de plantão (sempre eles) que já tinham jogado a tolha. Mantendo a pegada e o alto astral, a convicção é de que passamos batido pelo Coritiba e vamos brigar até a última rodada, com o foco no tri; a vaga na Libertadores 2009 já está garantida! E isto representa novos contratos e novas contratações, novas possibilidades e expectativas para 2009! As chances são reais; definitivamente, estamos na briga!
É como dizia o poeta: "minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá..."! Pois o Grêmio (sempre ele) foi ao Palestra e cantou muito mais forte, mais alto e mais afinado que o periquito verde! Sirvam nossas façanhas de modelo a toda Terra! Canta povo gremista! A hora é essa!
Por isso é que eu canto! Não posso parar! E, no domingo, todos ao Monumental!!!
Saudações tricolores.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
VOLTANDO A SER GRÊMIO
Por Felipe Sandrin
Carioca e paulista é tudo mal acostumado: pra eles, qualquer barulho é bala perdida. Semana passada, a imprensa nacional fez questão de enfatizar que nossa torcida invadiu e atrapalhou o treino. Nosso pedido de raça e promessa de não abandono ao time foi visto como violento por alguns pseudojornalistas, principalmente do centro do país.
Discordo daqueles que pensam que papel de torcida é só fora de campo. Gosto de atitude. Pra mim, dirigente que rouba o clube, por exemplo, tem que tomar porrada. Que me perdoem os politicamente corretos, mas sou da chinelagem: grito lá da Geral e meu ponto de vista diz que, sim, existem horas em que temos de parar de dar pulos na Geral e encarar aqueles que nos representam.
Vencemos o Palmeiras e, logo após a partida, pensei o quanto seria injusto não vencermos uma partida dessa forma. Nossa torcida tem sido incrível: me emociono toda vez que penso e vejo nossa dedicação desde o início deste campeonato.
Em dias de chuva, o Olimpico foi nossa casa. Mesmo com quilômetros de estrada a nossa frente, o Grêmio foi nosso maior motivo. Ante o medo, revigoramos nossa fé e, na falta de esperança, recorremos a esta velha dita imortalidade.
Somos o time dos feitos impossíveis, onde nada é por acaso. Baltazar nos disse: "Deus está reservando algo melhor." Há sempre algo maior à nossa espera. E o que muitos chamam de soberba, para nós é consolo. A mentira que por tanto ser repetida torna-se verdade.
E assim vivemos, surpreendendo aqueles que esquecem que, mais cedo ou mais tarde, o Grêmio volta a ser Grêmio.
Carioca e paulista é tudo mal acostumado: pra eles, qualquer barulho é bala perdida. Semana passada, a imprensa nacional fez questão de enfatizar que nossa torcida invadiu e atrapalhou o treino. Nosso pedido de raça e promessa de não abandono ao time foi visto como violento por alguns pseudojornalistas, principalmente do centro do país.
Discordo daqueles que pensam que papel de torcida é só fora de campo. Gosto de atitude. Pra mim, dirigente que rouba o clube, por exemplo, tem que tomar porrada. Que me perdoem os politicamente corretos, mas sou da chinelagem: grito lá da Geral e meu ponto de vista diz que, sim, existem horas em que temos de parar de dar pulos na Geral e encarar aqueles que nos representam.
Vencemos o Palmeiras e, logo após a partida, pensei o quanto seria injusto não vencermos uma partida dessa forma. Nossa torcida tem sido incrível: me emociono toda vez que penso e vejo nossa dedicação desde o início deste campeonato.
Em dias de chuva, o Olimpico foi nossa casa. Mesmo com quilômetros de estrada a nossa frente, o Grêmio foi nosso maior motivo. Ante o medo, revigoramos nossa fé e, na falta de esperança, recorremos a esta velha dita imortalidade.
Somos o time dos feitos impossíveis, onde nada é por acaso. Baltazar nos disse: "Deus está reservando algo melhor." Há sempre algo maior à nossa espera. E o que muitos chamam de soberba, para nós é consolo. A mentira que por tanto ser repetida torna-se verdade.
E assim vivemos, surpreendendo aqueles que esquecem que, mais cedo ou mais tarde, o Grêmio volta a ser Grêmio.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
LIÇÃO AOS INCRÉDULOS
Por Silvio Pilau
Confesso que surpreendi com a quantidade de gremistas que jogaram a toalha após a partida contra o Figueirense. Faltando ainda cinco rodadas para o final do campeonato e apenas dois pontos atrás do líder, um grande número de torcedores afirmou que o Grêmio não mais brigaria pelo título. Alguns, inclusive, tiveram a audácia de dizer que ficaríamos fora do G4, tendo que nos contentar em disputar o torneio amistoso chamado Sul-Americana.
Espero, agora, que estas pessoas tenham mudado de opinião. Espero que a partida de ontem contra o Palmeiras tenham lembrado elas de que estamos falando do Grêmio e nunca – nunca mesmo – se deve anunciar a morte do Tricolor enquanto ele ainda estiver vivo. Os batimentos cardíacos podem estar fracos, pode estar respirando apenas por máquinas, mas, enquanto houver uma possibilidade ínfima de dar a volta por cima, o Grêmio, provavelmente, o fará.
Que continuem dizendo que não dará porque temos um time fraco. Pois eu digo que dará porque, no Grêmio, a técnica sempre vem em segundo lugar. Antes disso, existe a força, a garra e a dedicação. E isso é o que ganha títulos.
Que continuem dizendo que não dará porque Celso Roth nunca ganhou nada. Pois eu digo que dará porque, querendo ou não, o treinador fez um grande trabalho neste campeonato e merece ser recompensado por ter levar uma equipe limitada à possibilidade de uma glória.
Que continuem dizendo que não dará porque o desempenho não é o mesmo do primeiro turno. Pois eu digo que dará porque as grandes conquistas gremistas são, sempre, no último momento, com o coração querendo sair do corpo e os nervos em frangalhos.
Que continuem dizendo que não dará porque tropeçamos em momentos cruciais. Pois eu digo que dará porque todos os candidatos ao título derraparam em partidas importantes e todo mundo continua embolado na briga pelo campeonato.
Que continuem dizendo que não dará porque o São Paulo é o principal adversário do Grêmio. Pois eu digo que dará porque o Grêmio é o principal adversário do São Paulo.
Que o jogo ontem tenha servido de lição aos incrédulos. Que nunca mais duvidem. Ou melhor, duvidem. É assim que Grêmio prefere.
Confesso que surpreendi com a quantidade de gremistas que jogaram a toalha após a partida contra o Figueirense. Faltando ainda cinco rodadas para o final do campeonato e apenas dois pontos atrás do líder, um grande número de torcedores afirmou que o Grêmio não mais brigaria pelo título. Alguns, inclusive, tiveram a audácia de dizer que ficaríamos fora do G4, tendo que nos contentar em disputar o torneio amistoso chamado Sul-Americana.
Espero, agora, que estas pessoas tenham mudado de opinião. Espero que a partida de ontem contra o Palmeiras tenham lembrado elas de que estamos falando do Grêmio e nunca – nunca mesmo – se deve anunciar a morte do Tricolor enquanto ele ainda estiver vivo. Os batimentos cardíacos podem estar fracos, pode estar respirando apenas por máquinas, mas, enquanto houver uma possibilidade ínfima de dar a volta por cima, o Grêmio, provavelmente, o fará.
Que continuem dizendo que não dará porque temos um time fraco. Pois eu digo que dará porque, no Grêmio, a técnica sempre vem em segundo lugar. Antes disso, existe a força, a garra e a dedicação. E isso é o que ganha títulos.
Que continuem dizendo que não dará porque Celso Roth nunca ganhou nada. Pois eu digo que dará porque, querendo ou não, o treinador fez um grande trabalho neste campeonato e merece ser recompensado por ter levar uma equipe limitada à possibilidade de uma glória.
Que continuem dizendo que não dará porque o desempenho não é o mesmo do primeiro turno. Pois eu digo que dará porque as grandes conquistas gremistas são, sempre, no último momento, com o coração querendo sair do corpo e os nervos em frangalhos.
Que continuem dizendo que não dará porque tropeçamos em momentos cruciais. Pois eu digo que dará porque todos os candidatos ao título derraparam em partidas importantes e todo mundo continua embolado na briga pelo campeonato.
Que continuem dizendo que não dará porque o São Paulo é o principal adversário do Grêmio. Pois eu digo que dará porque o Grêmio é o principal adversário do São Paulo.
Que o jogo ontem tenha servido de lição aos incrédulos. Que nunca mais duvidem. Ou melhor, duvidem. É assim que Grêmio prefere.
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